Prêmio Denilton Gomes
Sala Renée Gumiel Complexo Cultural Funarte SP
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25 de março de 2025
Terça-feira às 19h
Sala Renée Gumiel – Complexo Cultural Funarte SP
Entrada Gratuita
Classificação livre
Prêmio Denilton Gomes de Dança na Funarte SP
O Complexo Cultural Funarte SP receberá no dia 25 de março,às 19 horas, na Sala René Gumiel, a 12ª edição do Prêmio de Dança Denilton Gomes, criado pela Cooperativa Paulista de Dança afim de entender como a dança está inserida no estado, e com o intuito de ampliar a visibilidade das produções artísticas de dança desenvolvidas em São Paulo.
A cada edição, uma comissão é composta por profissionais da área que estarão livres em propor as categorias que melhor traduziram o fazer em dança em 2025. Nesta edição teremos como comissão: Fredyson Cunha, Gilsamara Moura, Marcio Greyk e Ricardo Neves, na produção.
Constituída em 2005, a Cooperativa Paulista de Dança reúne dezenas de coletivos de dança que gestam o mesmo ofício de diferentes formas, assegurando na prática cotidiana o espaço para a diversidade do pensar e do fazer como possibilidade de seguir construindo um segmento cada vez mais forte.
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Dia Nacional do Grafitti na Funarte SP
Sala Renée Gumiel Complexo Cultural Funarte SP
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27 de março de 2025
Quinta-feira a partir das 13h
Complexo Cultural Funarte SP
Classificação Livre
Envio de material: museuceu@gmail.com
Comemoração do Dia Nacional do Graffiti na Funarte SP
Para celebrar a data do Dia Nacional do Graffitti, comemorado no dia 27 de março, o Complexo Cultural Funarte a partir das 13h receberá uma ocupação com mais de 50 artistas para uma exposição coletiva com o objetivo de reforçar a luta por políticas públicas para a arte urbana, promovida pelo Museu Céu e Ação Educativa, com o apoio de artistas e organizações independentes.
Para participar, artistas residentes em São Paulo poderão entregar presencialmente uma obra (tela, print, foto, lambe, stencil, escultura, entre outros) no local entre dia 20 e dia 25 de março (das 10h às 18h) ou enviar o arquivo em alta resolução (PDF) para o e-mail museuceu@gmail.com. As obras enviadas digitalmente serão impressas ou projetadas durante o evento. A expectativa é reunir mais de 50 artistas na mostra. Além da exposição, a programação contará com sessões de música, cinema, debates e oficinas, promovendo um grande encontro do setor.
A data remete a 27 de março de 1988, quando um grupo de artistas — entre eles Maurício Villaça, Ozi, Julio Barreto, Hudinilson Júnior, entre outros — realizaram uma intervenção no túnel que liga a Avenida Dr. Arnaldo à Avenida Paulista, em homenagem ao pioneiro do graffiti Alex Vallauri. Desde então, ações similares se repetem anualmente, até que, em 2004, Celso Gitahy, que liderava a comemoração na época, propôs a pintura do hall da Ação Educativa, ONG, espaço que é referência para encontros e eventos de graffiti na Cidade de São Paulo. Naquele ano, Celso realizou a curadoria de uma exposição reunindo diversos artistas em celebração à data.
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Ana Marginal - Um navio ancorado no espaço
Sala Carlos Miranda - Complexo Cultural Funarte SP
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De 28 de março a 6 de abril de 2025
Sextas e sábados, às 20h, e, aos domingos, às 19h
Sala Carlos Miranda – Complexo Cultural Funarte SP
Entrada Gratuita
A bilheteria 1 hora antes do espetáculo
Duração: 75 minutos
Classificação: 12 anos
Ana Marginal - Um navio ancorado no espaço na Funarte SP
Após uma temporada de sucesso de crítica e de público, o espetáculo Ana Marginal - Um navio ancorado no espaço, com texto de Michelle Ferreira e direção de Nelson Baskerville, chega ao Complexo Cultural Funarte SP, a partir do dia 28 de março.
A dramaturgia traz para a cena três personas para representar a escritora: Ana – a poeta, Cristina – a performática, e Cesar – a acadêmica, representadas pelas atrizes Nataly Cavalcanti, Carol Gierwiatowski e Bruna Brignol, respectivamente. O trabalho mergulhou na obra da escritora para desvendar o corpo-poema de Ana Cristina Cesar, misturando arte e vida pessoal.
O espetáculo é um metateatro que transita pela obra e vida da poeta Ana Cristina Cesar, ícone da poesia marginal da década de 70 a partir do conflito de três atrizes envoltas pela complexidade e identificação das angústias de suas personagens, que representam diferentes facetas da poeta.
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Mundus Immundus
Sala Augusto Boal - Teatro de Arena Eugênio Kusnet
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De 29 de março a 13 de abril de 2025
Sábados às 19h30 e domingos às 18h
Sala Augusto Boal – Teatro de Arena Eugenio Kusnet
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia)
https://www.sympla.com.br/preview/7a59d429baf9723f8b4007aba0ad94aa
A bilheteria 1 hora antes do espetáculo
Classificação: 14 anos
Duração: 75 minutos
Mundus Immundus no Teatro de Arena
A Felinistas Cia Teatral retorna a Funarte SP com a peça Mundus Immundus, peça dirigida por Mayla Fernandes, que entrará em cartaz no dia 29 de março, aos sábados e domingos no Teatro de Arena Eugênio Kusnet.
O espetáculo trata-se de um drama/cômico policial escrito pela roteirista, redatora e dramaturga Nanna de Castro, e conta a história de Cabrita, uma catadora de lixo coagida e destratada por um policial por conta da suspeita de envolvimento no sumiço de uma mulher de classe média.
O texto traz temas muito atuais, como a invisibilidade social de pessoas em situação de rua e suas diversas dinâmicas de exclusão, a geração desenfreada de lixo pela sociedade do consumo, a obsolescência programada e o adoecimento mental decorrente da integração eficiente e produtiva de uma pessoa ao modo de vida capitalista.
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Farofa do Processo
Complexo Cultural Funarte SP / Teatro de Arena Eugênio Kusnet
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De 13 a 23 de março de 2025
Diariamente das 11h às 22h
Complexo Cultural Funarte SP / Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Entrada Gratuita
A bilheteria 1 hora antes do espetáculo
Programação Completa: https://www.faroffa.com.br/
9ª edição da Farofa do Processo na Funarte SP!
Ponto de encontro de quem ama artes cênicas, a Farofa do Processo chega à 9ª edição com uma novidade: a mostra agora ocupa o Complexo Cultural Funarte SP e o Teatro de Arena Eugênio Kusnet. O evento gratuito acontece em paralelo à MITsp - Mostra Internacional de Teatro de São Paulo; ambas ocorrem entre os dias 13 e 23 de março.
Este ano, o público poderá acompanhar uma programação intensa e diversa, com mais de 60 processos artísticos, incluindo criações recentes e trabalhos em desenvolvimento. Estarão reunidos trabalhos de artistas como Yasmin Gomes (CE), Fábio Osório (BA), Hilton Cobra (RJ), Grupo Carmin (RN), HBLynda Morais (PE), Alexandre Américo (RN) e Wellington Gadelha (CE) e de Dudu Melo Pigmentar companhia (MG), além de Pepo & Tom, da Argentina.
As sessões acontecem ao longo de todo o dia, distribuídas entre manhã, tarde e noite, com o objetivo de ampliar a experiência dos espectadores. O evento contará com rodas de conversa, bate-papos e encontros com programadores a fim de oferecer e fomentar a oportunidade de debater questões relacionadas à criação, à distribuição, à circulação e à mediação.
Para acompanhar todo o movimento dessa Farofa, a programação completa está disponível pelo site oficial (https://www.faroffa.com.br/) e no Instagram oficial do evento (@faroffasp).
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Serra Pelada
Sala Augusto Boal - Teatro de Arena Eugênio Kusnet
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De 13 de fevereiro a 23 de março de 2025
Quinta a sábado às 20h e domingo às 19h
Não haverá sessão nos dias 22, 23, 27 e 28 de fevereiro e 1, 2, 8 e 9 de março (CARNAVAL)
Sessões Extras
18, 19 de março às 15h
Sala Augusto Boal – Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Entrada Gratuita
A bilheteria 1 hora antes do espetáculo
Classificação 14 anos
Duração 90 minutos
Espetáculo Serra Pelada no Teatro de Arena
Com o tema sobre as diversas formas de violências envolvidas na mineração e no garimpo predatório de ouro em solo amazônico, o espetáculo Serra Pelada, com texto e direção de Alexandre Dal Farra, entra em cartaz no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, a partir do dia 13 de fevereiro e segue em cartaz até 23 de março.
O espetáculo nasce de mais de dois anos de pesquisa do autor sobre a dimensão do garimpo e da mineração na construção da modernidade, das viagens feitas por ele e o cineasta Joaquim Castro para a região e de uma série de reflexões a partir da peça “Boca de Ouro”, de Nelson Rodrigues.
A peça narra a história de quatro documentaristas que viajam a Serra Pelada para entender o garimpo e acabam presos em um quarto de hotel. Desta forma a trama propõe uma reflexão sobre a violência implícita no trabalho dos personagens documentaristas que, por mais conscientes que sejam, também estão ali tentando garimpar na pesquisa, e em si mesmos, coisas que possam utilizar na sua obra.
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